Seria muitas presunção de nossa parte tentar explicar o que vem acontecendo neste segundo turno das eleições presidenciais. Porém, contra fatos não há argumento.
Já falamos sobre os candidatos derrotados pelo Lula e o engajamento dos mesmos, inclusive desafetos do próprio Serra. No PMDB uma nova corrente política se insurge contra a candidatura Dilma.
Estamos falando do partido no Rio Grande do Sul que fechou acordo com a candidatura Serra, do rompimento do candidato ao governo da Bahia Geddel Vieira Lima que afirma não ter retorno e da liberação do partido no Pará, por Jader Barbalho, onde o partido disputou a eleição no primeiro turno com a atual governadora Ana Júlia Carepa.
Como se não bastasse até o candidato a vice na chapa petista e presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), tem revelado desânimo nos bastidores. A vários interlocutores, ele se queixou de que foi marginalizado pelo PT na campanha. “Me esconderam, e agora estão tentando reparar”, disse a um correligionário, destacando que os petistas só pediram sua ajuda depois que “levaram um susto”. O PT estava certo de que levaria a eleição no primeiro turno. Com Lula à frente, não precisavam de mais ninguém.
O grande erro do Lula, no primeiro turno, foi se achar um semideus, que por si só se bastava. As últimas pesquisas mostram que a candidata Dilma vence apenas no nordeste. Como explicar este fenômeno? Até tenho meu juizo, mas prefiro não decliná-lo.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário