O povo continua decepcionado por variadas ações dos nossos governantes com a aplicação do dinheiro público essencialmente circunstanciado pela carga tributária imposta aos brasileiros, gerando a falta de uma ação planejadora, sem perspectiva para aplicação em áreas de infra-estruturas da saúde, relacionadas a construção de hospitais, na educação, no desenvolvimento tecnológico, na reconstrução de rodovias, enfim estabelecer uma criteriosa política agrária que venha consolidar os efeitos necessários para que o povo se desenvolva acentuadamente. O Programa de Aceleração do Crescimento - PAC, iniciado a poucos anos pelo governo brasileiro como solução prioritária de investimentos na área de infra-estrutura, vem sendo observado pela população com desconfiança, causada pela desenfreada ação corporativista no sentido de desviar do erário público. E certo pelos portadores dessas prerrogativas, subtraem das contas públicas, dando maior alento a corrupção. Partimos do pressuposto, que atos semelhantes e corriqueiros, nada acrescentarão as teorias políticas se não estiverem sendo aplicadas por homens que tenham a noção ética de seu cargo e de sua missão. Está implícita universalmente, que à política é atividade essencialmente ética. Porém nas suas ações ao que se vê, genericamente, é que alguns segmentos de políticos, abastardaram-se. Multiplicaram os exemplos de homens públicos que chegaram ao cargo para se enriquecer, para o simples gozo do poder, distribuindo recursos públicos e facilidades aos cúmplices que o ajudaram a eleger-se. O exercício do cargo público deve voltar a ser entendido em toda a sua nobreza, reiteramos. Entendemos que o político é um eleito pelo povo para defendê-lo e cuidar do bem comum, a sua missão é de sacrifício e abnegação. No tempo em que o homem público esquece esses deveres éticos, comportar-se como autocrata. Tenho dito em meus comentários, iteradas ocasiões que a ética é a moral natural, tem suas normas e devem regular o convívio entre os homens dentro desses princípios. Os políticos têm que refletir sobre esta questão e que ação desta natureza ensejará no futuro a causa de sua destruição como representante de uma sociedade que está na expectativa de avaliar o comportamento dos que assim procedem. A alusão teórica desta questão, aparentemente se esvai da ação prática aplicadas por eles, circunstanciada pelo interesse pessoal. A lógica da razão é deixar de lado as reformas necessárias para que a população possa se encontrar. Circunstancialmente é o estabelecimento de “negociatas” suscitando um verdadeiro “balcão de negócios” cuja permuta gera a distribuição do dinheiro público, cargos, negociatas, e para compensar, ser complacente com o “povo pobre” que se seduz facilmente pelo estilo populista que se presta. Para manter-se no cargo o político não consegue dar educação e a saúde dentre outras benesses. Ante aos acontecimentos nos entristece muito, resta-nos rogar à sociedade se transformar em guardiã da coletividade. EM TESE: - Está em nossas mãos, O VOTO, uma arma poderosa e exclusiva vil de uma companhia efetivamente democrática. Vamos nos conscientizar e nos politizar.
Antônio Scarcela Jorge

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