A maior desonestidade que existe é a intelectual. O radialista candidato no afã de mostrar-se a pessoa mais séria do munto só consegue mostrar que é desonesto. Desonesto porque sabe muito bem que nunca ocupei cargo nenhum nesta malfadada administração assim como quando diz desconhecer irregularidades nesta administração e por saber, como homem da imprensa, todas as respostas às perguntas que ele me faz, entre outras coisas. Quero esclarecer que defendi e defendo qualquer um de mentiras como aquelas do seu antigo chefe que acusava o prefeito de desviar 18 milhões de reais e isto é totalmente inconcebível, razão porque defendi e defenderei qualquer um de acusação tão absurda.
Para resumir o assunto quero dar-lhe uma pequena amostra de quem é este que você tanto defende agora, depois de Marcos Alberto, com uma degravação do diálogo mantido entre um prestador de serviços ao município e o responsável pela área, cuja gravação se encontra nas mãos do Ministério Público e ao meu ver contém provas dos seguintes crimes:
a) Apropriação indébita por estar sendo retido recursos do Estado destinado ao pagamento dos prestadores de serviços;
b) Abuso de poder por ter ele o poder discricionário de pagar ou não a quem quiser;
c) Crime político por só pagar a quem for seu aliado; e o mais sério
d) Licitação fraudulenta, uma vez que fica caracterizado no diálogo que quem escolhe a pessoa a receber o pagamento é o Prefeito e não a empresa ganhadora da pseudolicitação.
Se você diz não conhecer nada que desabone a conduta do seu prefeito, então leia com atenção o que abaixo se segue:
DEGRAVAÇÃO
JL – Alô
PL – Alô
JL – P..., saiu dinheiro para nós?
PL – Rapaz, lá no escritório saiu, não sei se vão continuar
pagando hoje.
JL – Saiu pra uns ontem?
PL – Saiu pra uns na lista, pra uns e outros não.
JL – Por que saiu para uns e outros não?
PL - Ah ..., tem que
perguntar é pro Paulo, não pra mim, não. Pra mim não adianta perguntar isto aí
porque eu já briguei demais, estão até chateados comigo.
JL – Porque o Toinho me disse que tu falou pra ele que iam
pagar uns e outros não.
PL - Não, é verdade, não adianta eu mentir porque é verdade.
JL – É verdade?
PL – É verdade, não adianta em mentir.
JL – Pois tá bom. Hoje nós vamos sair num carro de som no
meio da rua, tô indo agora pro fórum com o Dr. Hugo, vamos sair com carro de
som e vamo acabar com ele.
PL – Antes de sair vá lá saber porque ontem tava uma briga da
porra, o Dr. Carlos Eduardo diz que não tem nada a ver, mas paga a eles que já
trabalharam. Se eles não estão do nosso lado mas já trabalhou, eles não estão
pedindo nada. Aí tão tudo contra mim, né?
JL – Eu não tô pedindo nada a ele, eu já trabalhei, eu tenho
direito de receber.
PL – Aí ficaram tudo contra mim. Aí o Carlos disse que tem
que ajeitar pra pagar, tem que pagar. É
melhor tu ir logo lá.
JL – Tô indo logo lá, tô indo logo agora. Tô indo no
escritório.
PL – Tu tem que ir lá pra tu ter certeza, pra tu não falar à
toa
JL – Depois eu vou pro fórum, vou falar com o promotor, eu
não, nós que estamos aqui e não estamos na lista. Vou falar com o promotor e
vou divulgar no meio da rua o que é que ele está fazendo com o povo.
PL – Pois é, pois faça assim do jeito que eu estou dizendo.
JL – Ta certo.
PL – Mas não diga que fui eu que disse, não. Vá lá confirmar.
Não diga que foi o P..., não, senão fica mais pior.
JL – Mas você não tá do nosso lado?
PL – Tô, tô do lado da verdade, do lado de vocês, eu não vou
encobrir mentira. Ontem ficou pra ver se o Carlos Eduardo ia falar com ele pra
ele pagar. Pague, não interessa que diabo é não, eles não tão pra receber? Diga se eles tão votando, mas eles já
trabalharam.
JL – E outra coisa, ele disse que ia pagar os 22 dias e ele
disse que não ia tirar nem um dia de ninguém.
PL - Pois pronto, pois pronto, 22 dias disseram que não, que
não iam pagar não. Aí eu disse: vocês
vão ter que pagar porque não pode um negócio deste. Eu, eu, pode ser até meu
pai, se fosse meu pai eu dizia: vocês estão errados, paguem o que vocês estão
devendo, eles não tão pedindo nada, nada.
Nada em troca, vocês não tão dando pra eles. Eles trabalharam e querem
receber, só isso. Aí ficou tudo contra mim, tudo, né? Só quem ficou do meu lado
foi o Dr. Carlos Eduardo, só. Não, o P... tá certo, pague, pague a eles,
pague todo mundo, não tão devendo. Pague a eles, não já trabalharam, não já
carregaram os alunos? Vocês não tão adiantndo dinheiro para eles, não tão
pedindo nada. Aí só achei uma pessoa que me deu razão: foi ele.
JL – Pois tá bom.
PL – Ein, ... . Vá lá, vá lá.
JL – Tô indo lá agora.
PL – Eu mesmo disse, só voltava a trabalhar, só voltava a
carregar os alunos se botassem em dia.
Aí foi outra confusão.
JL – Pois tá bom, tô indo lá agora, tchau.
PL – Ta bom, tá bom.

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