quinta-feira, 12 de julho de 2012

CABO ELEITORAL

                            Alguns juízes consideram a atividade como uma prestação de serviço sujeita a remuneração e direitos trabalhistas como em qualquer outra atividade. Neste sentido o Juiz da 1ª Vara do Trabalho de Manaus, Djalma Monteiro de Almeida, com base em ação movida pelo Ministério Público do Trabalho, condenou partidos e políticos a pagarem todas as obrigações trabalhistas, mais multa no valor de R$ 1.000,00 por trabalhador e ainda as custas processuais.
          Contrariamente a “Lei das Eleições” (nº 9.504), de 1997, estabelece: “a prestação de serviços nas campanhas eleitorais não gera vínculo empregatício com o candidato ou partido contratante”.
          Discussão à parte, analisemos o caso sob o ponto de vista ético. Será que é
justo nós cidadãos, que já pagamos altos impostos, pagarmos ainda os salários de Cabos Eleitorais a serviço dos governos? 
          Aqui em nossa cidade encontramos casos que saltam à vista de qualquer um. Pessoas que recebem salários por meio de contratos e funcionários com gratificações que ultrapassam 2 mil reais engajados na campanha do prefeito até em nível de coordenação.
          E não me venham dizer que se trata de acusação indevida, senão serei obrigado a postar aqui as provas do que afirmo.







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