NOBRES: Decorridas eleições, estamos prestes a encerrar o ano eleitoral de 2010 onde a Justiça Eleitoral já homologou os resultados das eleições gerais (exceção ainda de casos pendentes a serem julgados) devendo ser conferidos os respectivos diplomas aos eleitos. Entre questões puramente protocolar em cumprimento aos ditames legais, voltamos para um ... Clique em Mais informações
questionamento da nossa sociedade que por tradição se faz esquecida das decorrências durante o conclave eleitoral. Naquele momento era imperativo, pois simbolizava a força das instituições democráticas e resultou a soberania de decisão do povo brasileiro. Entretanto, temos novos desafios que precisarão ser enfrentados com coragem, objetividade e determinação. A população eleitoral teve mais uma oportunidade de analisar de forma crítica as propostas apresentadas, avaliando os possíveis benefícios que os programas de governo poderão dar ao país e, obviamente a qualidade de vida do nosso povo. As citadas propostas quando muito foram objetos dos programas, mas nunca foram colocadas como sendo prioritárias e o eleitor pouco se importou, dando seu aval aos candidatos tão somente para que fossem eleitos, tornando-os descompromissados com as metas de campanha. Dentro desse contexto, mesmo assim levado por conjunturas naturais que seguramente virão retomamos a credibilidade das futuras propostas. Estamos convencidos que o próximo governo deverá, sobretudo, irá promover a reforma política e reavaliar o complexo irracional sistema tributário brasileiro. A reforma tributária é necessária, pois onera em demasia o empresariado e toda população de forma direcional, inibindo novos investimentos e a geração de mais empregos. Para se termos a idéia da amplitude desse tema, vale lembrar que o cidadão brasileiro trabalha mais de cento e oitenta dias apenas para pagar impostos. Esse absurdo tem se intensificado ao longo dos anos e, portanto, é indispensável que pensemos e ainda é tempo de cobramos dos eleitos a revisão do atual modelo de recolhimento dos impostos. Além dessa reforma, é consenso nos setores como saúde, educação e segurança pública também demanda maior atenção. A saúde pública brasileira tem apresentado sinais evidentes de colapso. A sociedade é sabedora de que à saúde requer prioritariamente o gerenciamento de gestão, nos âmbitos da união, estados e municípios, sem esses fatores não encontraríamos solução em capitalizar recursos sejam de qual fonte. Deixar aplicar esses recursos seria navegar no viés da corrupção. Na base, nossos hospitais precisam antes que possam oferecer atendimento digno aos cidadãos que dele precisam e cabe aos nossos deputados obterem esses recursos, afinal, como representantes, eles devem buscar alternativas que solucionem ou pelo menos melhore segmentos tidos como essenciais. Já a segurança pública continua sendo o principal problema dos grandes centros urbanos e se alastra com intensidade em todos os núcleos populacionais do país. Atentando para a guerra entre traficantes também notadas nas pequenas comunidades do país. O grande passo conquistado pelas forças de governo foi debelar o principal foco do narcotráfico no Rio de Janeiro. Quanto à educação pública, o principal problema ainda é a falta de planejamento também em seguida prover investimentos por parte dos governos no aperfeiçoamento da estrutura educacional, pagando de forma digna o professor e dando-lhe ferramentas que possam potencializar o aprendizado de seus alunos, somente assim reverteríamos à política pública educacional no País e no Estado segundo amostragens estatísticas que se posicionam sobre forma desoladora. Entendemos que a política deve está a serviço da sociedade, buscando alternativas que atendam as necessidades do povo e promovam o seu desenvolvimento. Nesse conceito resume o sentimento e as idéias que devem nortear um bom representante público. Esses princípios básicos são imprescindíveis para o fortalecimento das nossas instituições democráticas. Reafirmamos o governo deverá promover amplas reformas, criando um ambiente favorável ao crescimento da economia, tornando a nossa indústria cada vez mais forte e competitiva, gerando empregos e dando mais oportunidade a todos. Como poderíamos fazer isto? De quem é a responsabilidade de mudanças? Quem deverá promovê-las.? A resposta para essas indagações estão na força de sua participação em todos os questionamentos que se dizem respeito as instituições políticas do país, o futuro depende de nós, das atitudes que tomamos, das posições que adotamos perante os desafios que nos colocam; depende da ética e do nosso comprometimento na condição de agentes sociais. A nossa contribuição ativa é relevante para o nosso país, acompanhando principalmente os nossos parlamentares no gerenciamento das propostas de responsabilidade no sentido de dinamizar o verdadeiro conceito de representação popular para que venham acontecer tudo que está projetado pelo cidadão brasileiro. Vamos partir da premissa de que seja nada esquecido, dentro de uma cultura costumais de nossa gente.
Antônio Scarcela Jorge
Em tempo: As questões de ordem de cidadania passam literalmente pelo contexto nacional. Neste sentido, “me expresso”.

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