NOBRES: o sentimento político de cidadania releva o caráter ideológico de comportamento. Assim é o anarquista. Travestido de democrata, e em nome desta, tenta confundir a sociedade defendendo Deus e o diabo. Tem por “afeição” defender os corruptos e os cidadãos de bem. ... Clique em Mais
informações
Para estes tudo vem decorrendo as mil maravilhas. Com elogios fartos a quem quer que seja é a tônica desses ideólogos anarquistas espalhados pelo mundo afora. E mais está ao lado da chefia e não importa saber quem é o governante. Defende incondicional o voto do analfabeto, o aborto em toda sua plenitude, a mobilização das forças populares desde que seja voltada pela bagunça e os desmandos. (vide MST que bagunçou o Senado dilapidando o patrimônio público e que não foram importunados pela ala simpatizante do Congresso que formam a maioria). Dentre essas questões, diante da sociedade dizem ser extensivamente favorável o voto do analfabeto, mas não se estabelece as justificativas para esse conceito. Vamos além: o Parlamento brasileiro, infelizmente, é o reflexo da pouca seriedade do eleitor que vota em qualquer um. Contribui para isso o indecoroso voto obrigatório que os políticos teimam em não expurgar da nossa Constituição para preservar as suas facilidades eleitorais. E é justamente a decepção com a falta de seriedade de nossos políticos, muitos adeptos dessa ideologia, que pouco produzem de útil a instituição – que leva muitos eleitores a externar o seu descontentamento votando em candidatos bizarros como TIRIRICA e outros que não são adequados ao Congresso Nacional. Esse é o nosso pensamento em ser um colegiado representativo bicameral do parlamento brasileiro. Se essas demonstrações negativas da sociedade, que não são de hoje, fossem levadas a sério pelos tribunais eleitorais e partidos políticos, certamente o poder constituído não estaria “pagando um mico” por ter autorizado a candidatura de quem se supunha analfabeto e agora fosse eleito legitimamente por mais de um milhão e trezentos mil votos. Pretender impugnar a eleição de TIRIRICA a esta altura do “campeonato” não deixa de ser uma presepada de nosso judiciário. Mas o Brasil está cheio de atitudes quixotescas. Pois bem, na contramão do esforço governamental os brasileiros que desejam erradicar o analfabetismo do país, bem como ver este torrão verde e amarelo conduzido por cidadãos alfabetizados em todos os níveis escolares, eis que surge a voz do Senador capixaba Magno Malta propondo a eleição de analfabetos. Com algumas exceções, o Parlamento está repleto de políticos de idéias estapafúrdias os quais só sabem gastar o dinheiro do contribuinte para mal representar a população. O fato de o Brasil ter 14 milhões de analfabetos não justifica a sua representação específica no Congresso. Por esta razão é que o Senador quer é fazer média eleitoral com essa fatia de analfabetos. Enquanto se defende a educação para todos, depois prover uma educação de qualidade para que o país cresça culturalmente em prol do seu desenvolvimento, o representante capixaba vai retroceder para permitir que pessoas analfabetas exerçam mandatos políticos. Não basta só ter caráter, sentimento e coração para exercer um mandato é preciso também que as nossas instituições públicas sejam ocupadas por pessoas competentes e de boa formação cultural. Ora não é inadmissível que um representante político não tenha cultura suficiente para saber ler e entender as leis que serão submetidas ao Parlamento. É bem na verdade que a Constituição brasileira não deveria permitir que um membro do Parlamento Nacional não tivesse no mínimo o segundo grau completo. Por outro lado, a ingenuidade do Senador Malta, esse apostolado e milagreiro da Igreja Universal, é muito grande ao afirmar que TIRIRICA foi eleito pelo voto apenas de nordestinos, CONVENHAMOS!
Antônio Scarcela Jorge

Nenhum comentário:
Postar um comentário