quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

JORNALISTA SCARCELA JORGE - Comentário

PERSPECTIVA DA ECONOMIA DO PRÓXIMO ANO SERÁ ABSORVIDA PELO BRASIL?  ... Clique em Mais informações

              NOBRES: Passada as eleições presidenciais que se revestiu no maior evento no país, por razões obvias venho evidenciar o mês de dezembro marcado pelos acontecimentos políticos tem sido patético até agora; vejamos: A formação do quadro ministerial em que a Presidenta eleita procura se organizar sob a batuta de um pluralismo partidário que procura indicar seus aliados. Parece-me que se faz a mesma coisa de sempre. Assunto em tela a estabilidade econômica que vivenciamos até bem pouco tempo e que momentaneamente provocou a subida da inflação outro fator que atingiu a sociedade brasileira ao provocar a guerra cambial que contraditoriamente provocou efeito momentaneamente incomum. A possibilidade da volta da CPMF. O governo quer ressuscitar a CPMF em 2011 como solução para a saúde pública. (são favas contadas para promover mais uma carga tributária a nos atormentar). O problema do Brasil não é de arrecadação e, sim, de gerência de gastos. Por que parece que o nosso país piorou tanto desde a eleição? - Não piorou! Apenas está acusando os sintomas e efeitos de diversas causas. A dívida externa brasileira veio a tona presentemente para nos assustar. Esta dívida subiu em junho para U$$ 225.172.000.000,00 duzentos e vinte cinco bilhões, cento e setenta e dois milhões de dólares). Ao mesmo tempo, a dívida interna subiu 0,64% em setembro e foi a R$ 1.534.000.000.000,00. UM TRILHÃO, QUINHENTOS E TRINTA E QUATRO BILHÕES DE REAIS. (Aí tem muitos “cientistas” e adeptos do LULA, em dizer que o Brasil não tem dívida externa graças a este. (não confundir FMI com dívidas), é uma prova de desconhecimento, ou se fazem da manjada política de que “venho para confundir e não para explicar, retórica inversa da “Filosofia do Chacrinha”, onde prefiro ser verdadeiramente a primeira.) Somos ainda o terceiro país com os juros mais altos do mundo. Na realidade, a dívida total brasileira, está em 68% do PIB. É um quadro insustentável a médio e longo prazos. “Talvez a presidenta Dilma, irá comandar o primeiro abacaxi a ser por ela descascado”. Por exemplo: China e Estados Unidos procurarão resolver seus problemas sem se incomodar de muito com o que faz o Brasil feliz. Tínhamos que ser feito o mesmo, mas pouco fizemos nos oito anos do governo Lula. O primeiro e urgente passo para evitar colapsos econômicos futuros é reduzir os gastos públicos e o déficit bilionário. Mais do que reduzir, é preciso readequar os gastos, deixar de fazer “lambança com os corruptos”. Quanto ao bem-estar da sociedade, o Estado deve prestar serviços de qualidade a população. Diminuir a carga tributária, fazendo uma reforma na área, e investir na redução de juros também é medida necessária. É preciso melhorar as condições de investimentos e empregos no setor privado, diminuir as pressões do cambio, finalizar as reformas necessárias que a sociedade tanto clama. Com os fortíssimos interesses dos partidos governistas dificilmente facilitarão a execução das reformas necessárias, só observar o horizonte e correr quando vier a tempestade.
                                      Antônio Scarcela Jorge

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