“EXCELÊNCIAS” encontraram por diversas fases, esta temática, mas, se emplaca em uma só retórica. De princípio, fazem encontrar nos cúmulos históricos para a consolidação do nosso pensamento. Na soleira dos séculos encontramos ações de pessoas que retrocedem o período da institucionalização da escravidão no Brasil, onde fontes chancelada pelo governo português traficavam escravos para tocar as suas atividades essencialmente agrícola ocorrido no período colonial e por outros elementos circunstanciais pela época e que resultou súcias morais para todo o mundo. Consolidou-se então o tráfico físico dos escravos. Decorridos cinco séculos parece que a escravatura persiste no presente, mas no sentido “complacente e democrático”, porém desenvolvendo-se o que cognominados de “escravidão de consciências”, houve uma transformação para determinar algo que seja convencional. Todos são parceiros dessa premissa. Hoje o eleitor se torna escravo do voto numa eleição que suscitou um balcão de negociação para candidatos. Aqui há uma inversão conceitual, o ELEITOR “VENDE CONSCIÊNCIAS” e o candidato “COMPRA O INCONSCIENTE” numa verdadeira corrida ao “ouro” FAZ parecer por alusão contestável em que se promove no nosso Estado, uma eleição cara, a segunda em gastos de campanha dentre as vinte e sete unidades da federação brasileira, talvez seja, a maior do país em termos proporcionais validados por dados comparativos entre os Estados de São Paulo e Ceará, que ostenta um núcleo populacional em torno de trinta milhões de habitantes, e de oito milhões e meio de pessoas residentes no Ceará, onde o vínculo econômico da agricultura, indústria e comércio, cultura, educação, saúde se torna incomparável em termos de crescimento. As projeções de candidaturas eleitorais é uma prova evidente de que existe uma boa margem de indecisos pela preferência destes talvez sejam pelo assédio dos concorrentes eleitorais pela maneira de “atrair” o eleitor em busca de seu voto. Há evidência recíproca generalizada, não se prioriza propostas e nem o eleitor quer saber disso. Apenas eles pregam a formalidade desse processo. A de se concluir que estejamos bem longe de consolidar as nossas aspirações, o eleitor de esquiva momentaneamente de trilhar por questões da educação, saúde, segurança pública, dentre outras, introduzida também a SECA deste ano, em que a ausência das chuvas, constituiu o maior evento climático ocorrido nos últimos noventa anos no Estado que conseqüentemente estará trazendo efeitos negativos para a população e certamente carrear reflexos a economia do Estado. Por este ensejo, essa questão de sentido utópico se faz sentir operar sob coerção da vantagem e de supostas benesses, é estimulador DA ESCRAVIDÃO DE CONSCIÊNCIA, quando o agenciado é imperceptível de seus próprios atos. Há de convir, que o eleito é representante do povo, já sabendo que após esse pleito eleitoral, surgirá a mais explícita realidade, mesmo assim, estará sob a avaliação de um contingente eleitoral que o elegeu e que obviamente delegou o seu fiel depositário. Por esta forma, ganha a confiança impar, força preceituai daquele que vive em função de um mandato popular. Porém na metodologia que está sendo aplicados no momento, os futuros representantes nada tem de compromisso com o povo.
Antônio Scarcela Jorge

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