EXCELÊNCIAS: têm pessoas por força de seu fisiologismo peculiar, fincando suas ações, sempre está ao lado do governo seja quem ele for “aplicam” o otimismo exacerbado que “tudo está bem, quando tudo está mal” estabelecer de forma equivocada de acordo com suas conveniências e de agrado ao comando de que “isto não vai dar em nada” plagiando um conceito nazi-fascista ainda vivenciado em nossos dias e nem mesmo da história da humanidade serve de modelo para está em paz com a consciência. Essas ocorrências resultam no confronto na amizade com o interesse, a benevolência com a vaidade, a sensibilidade com a brutalidade, a benquerença com a ganância, a ambição com a fé e o amor com o ódio. Um olhar mais apurado sobre a contaminada atmosfera da política em termos “quase” integrais no País fez desabrir a nossa sociedade, implantar a desarmonia e até desconcertar entre a família. Desarticular a consciência coletiva por ação de um contíguo de sentimentos comuns desta sociedade foi totalmente eivada pelo nefasto absolutismo e de individualismo que alguns de seus seguidores estimulavam com o devaneador estrábico que por ação gerariam seguramente burburinhos. O desejo de se implantar, uma metodologia equivocada não seria adequado as nossas raízes genuinamente da paz e com certeza ousariam estabelecer um recursivo comum com causas e efeitos, conseqüentemente encontrariam resistência na própria sociedade. Em termos generalizados ficam as nossas alusões sobre os políticos do Brasil, (guardada as raríssimas exceções) nas suas infectadas sapiências “estimam” que o grande contingente eleitoral é “frágil e faminto”, de começo foi atirado as migalhas, como milho aos pombos, em troca do voto, fazendo o eleitor se tornar refém desses mesmos políticos. Observem como se comportam os políticos e a sociedade, no fundo, há uma relação de promiscuidade entre ambos; “Pressagiamos: JAMAIS DARÁ CERTO” - O jogo de interesse tem vida efêmera, os fatos se reverterão em questão de tempo, envolvendo na conjuntura natural em nosso meio. A mudança de conceito para “suavizar” essa premissa, por reiteradas vezes temos dito, só será possível quando a sociedade terá a profunda concordância, abdicar velhos costumes existenciais, dar ênfase a educação familiar com respeito e dignidade, preparar seus integrantes para adentrar a escola, que seja esta apenas uma unidade formal de aprendizado, cobrar do governo e da sociedade melhorias no quadro desolador em termos da atual estatística continental, que se posiciona da pior qualidade, com todo demérito e que o governo e a sociedade, teimam em desconhecer. Dar fé em distinções atribuídas aos municípios, promovidas até por organismos internacionais, a cúpula deve estabelecer as mudanças necessárias para se ter credibilidade, se continuar desta forma somente promovendo eventos no sentido de embair o povo, somente desgastará a própria sociedade. Teremos que expurgar do nosso meio, político que escolhemos equivocadamente para dirigir os nossos destinos que somente contribuíram no sentido de emperrar o progresso da nossa comunidade.
Antônio Scarcela Jorge

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