domingo, 5 de setembro de 2010

BRASIL EM BUSCA DA ALTO AFIRMAÇÃO PARA O MUNDO - JORNALISTA SCARCELA JORGE

               DILETOS AMIGOS: vamos nos reportar a propósito da ineficiência institucional do Brasil que historicamente tenha uma regra quase absoluta por via da corrupção e prova inconteste, da sua ineficácia a contrafação não é punida. Entre essas causas sobrevêm das empresas públicas, o principal condutor da política econômica, cujos resultados atingem todas as camadas vivas da sociedade. As empresas estatais com rara exceção não há o objeto do lucro é menor a preocupação com a produtividade e a qualificação do servidor público. Se seus dirigentes não observam isso, tornam-se eficientes e maus administradores. O saldo é que as empresas brasileiras tornam-se deficitárias. E é o povo, com seus impostos que paga a conta desta deficiência. Esta é a mais pura realidade neste contexto. Longe de pensar que sejamos defensores de um neoliberalismo experimentado pelo governo FHC e que a aplicação desta metodologia no seu governo, não deu certo, por este motivo naquela época, privilegiou grupos empresariais do país e do exterior na participação do processo de privatização e o governo emprestou a alguns grupos empresariais o próprio capital nacional para adquiri-las por preço vil, estabelecendo a dita “a moeda podre” através do BNDES, por via de conseqüência promoveu o enfraquecimento do Estado. Esse não é um modelo ético. Enfim teremos que adotar um novo modelo econômico de capital social, mais adequado as questões do nosso país, porém sem desprezar as questões globalizadas. Um modelo quase semelhante, mas com as devidas correções que foram empregadas pelo atual governo, desde a passagem dos ministros Palocci e o atual, que a bem da verdade colheram pontos positivos para o Brasil, desconhecendo implicitamente a crise econômica internacional. Somos partidários das empresas estatais na aplicação de uma política responsável promovidas por seus dirigentes e servidores que em proveito da enorme capacidade de seus empregados, faça o Brasil se desenvolver, ser uma nação em busca de se afirmar como de “de primeiro mundo” abdicando os maus costumes de outros setores que emperram a solidez do País.

Antônio Scarcela Jorge


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