sábado, 7 de agosto de 2010

CORRUPÇÃO UMA ÁRDUA LUTA DE COMBATE PARA SOCIEDADE

















Emitir a analítica da corrupção se faz rogar diversos “conceitos” que em certos momentos nos deixam céticos e, por vez, nos revitalizam para seu enfrentamento. Com o seu descalabro, conseqüentemente, todas as mazelas dela decorrem, a sociedade precisa urgentemente de uma revolução de seus valores, o primeiro passo desse problema. E a transformação também de comportamento se faz necessária, essa mudança não virá enquanto não houver um brado de “chega”, em uma atitude drástica e global envolvendo também aquelas pessoas que de início tomam partido pelo vil do incomum. Que se fizeram acreditar em coisas utópicas, que também caíram no “conto do vigário” estas sim; não se pode abstrair. Outra adesão poderia ter suporte o envolvimento de todas as entidades que representam à sociedade. Enquanto estivermos vivendo na premissa de que “se cada fizer um pouco ...” , o que todos nós só teremos um pouco. Vejamos: Agentes corruptos são sólidos e poderosos, poder esse que se faz aparentemente ilimitável e transcende as nossas divisas geográficas. Essa é a razão para o segmento do povo, dizer que os “casos” não vão dar em nada. Por esta e outras razões, é que o nosso Brasil é hoje o maior paraíso para ações corruptas. O atrativo desta é que o país ostenta uma economia que está entre as dez maiores do mundo, um PIB superior a trilhão de dólares, gera um volume astronômico de dinheiro público, que, para ser usado está a mercê de políticos e dezenas de outros órgãos públicos. Daí cria-se uma relação em que milhares de pessoas manipulam recursos que, no “caso” são de seus interesses. Diante do exposto pedimos a retomada de ações que esbarre esse procedimento, nós como cidadãos temos a incumbência de proclamar isso. Por outro lado, sabemos que a impunidade é sem dúvida “o imperativo da corrupção” O nível da corrupção vai depender dos valores da nossa sociedade, da maior e menor certeza de impunidade, da severidade e eficácia com que a lei efetivamente pune infratores, da agilidade da justiça e, acima de tudo, do quanto à sociedade tolera ser usurpada por elementos inescrupulosos. Por isso precisamos de todos, o que aqui vivenciamos é que muitos cidadãos de todas as camadas sociais são predominantemente, egoístas e individualistas. Mas no estágio atual não é bem assim, houve significativo avanço concernente ao mecanismo da lei embora o faça contestar, para julgar atos de corrupção se criaram o cenário perfeito para a falta de punição. Vejamos: Casos de políticos e celebridades acusados de corrupção se arrastam na Justiça, sem que nunca se chegar a nada conclusivo. Basta um time de advogados espertos, para que tudo acabe em pizza. Todo esse panorama poderá modificar tão somente com a participação efusiva da nossa sociedade, sejamos mais consistentes em nossa ação, para que haja sensibilidade da Justiça em termos de agilidade, que é certamente alimentada por aqueles que são responsáveis por criar as leis, os mecanismos de apelação, e toda parafernália de instâncias existentes, que certamente só interessam aos acusados. Chegamos a conclusão que a eficiência desses pleitos é que dinamizam o exercício de cidadania, acima de tudo pleitearemos conscientizar do outro lado que momentaneamente, não procuram a realidade dos fatos, ainda não acordaram para o “episódio” que o dia, em que todos buscarem o bem comum; todos se beneficiarão. Tenho dito.

Antônio Scarcela Jorge




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