terça-feira, 24 de agosto de 2010

CAMPANHA IRREVERENTE - ANTÔNIO SCARCELA JORGE JORNALISTA


Torna-se insignificante a tentativa de rotular os candidatos à Presidência da República como de esquerda e direita. De momento não se enquadra a este tipo de questão desde a derrubada de ditaduras que pautavam por ideologias sistemáticas. Quem introduziu esse tema anacrônico nas eleições deste ano foi o dirigente do partido situacionista ao dizer que o candidato de oposição representa a “direita troglodita” O que nos deixa transparecer que a introdução dessas afirmações que foram levadas ao povo, através da imprensa, complementadas pela participação nos programas eleitorais, que fogem dos objetivos ditados pela Justiça Eleitoral implicitamente, se moqueiam e se resulta nas variações sórdidas produzindo a “picuinhas”. Por conseguinte, observamos que o dirigente do partido do Presidente da República continua preso ao momento histórico da criação desta agremiação partidária. O que se lamenta que estas palavras referendadas pelo o seu mais importante filiado, o Presidente da República. Quando o Presidente Lula, afronta a Justiça Eleitoral, pensando que ainda está na barricada do ABC esbravejando contra os patrões. Ao que me parece que o seu PARTIDO, ainda é puro sindicalismo, ressentido e reacionário; ainda não evoluiu. Declaração deste porte, é dar sentido as palavras do Presidente que revelou que: “ – A direita tentou dar um golpe a cada vinte e quatro horas para não permitir que forças democráticas pudessem continuar nesse País. Foram oito anos de ataques, difamações e infâmias” Se conclui por suas palavras, que foram ditas da forma pueris e mal-intencionadas. “Conceitos” desta natureza não cabem em que o momento é de repassar o rumo de realizações de um governo que foi divinamente positiva em muitas das ações, principalmente em conquistas, na melhoria econômica das classes sociais mais pobres e concomitantemente, na estabilidade econômica que o governo experimenta e na credibilidade que ostenta e até pelo dinamismo do País em relação as grandes nações de primeiro mundo. Por outro lado nós que somos partidários da mudança dos costumes de nossa gente, implementada pela participação do governo como atribuição de sua responsabilidade institucional, por este quadro, vemos, com pessimismo o estímulo do Chefe do Governo, para que estas coisas não venham acontecer. Não existe promoção desta parte para que o povo venha se politizar, esse seria a oportunidade para que o povo conseguisse ter a noção ética da política. Mas é fácil encontrar temas irrelevantes, conceito do “primarismo” decorrente das campanhas que deveriam ser sérias, não como o desvio de conduta para quem assim se estabelece.
Antônio Scarcela Jorge





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